Damon Hill e Susan Georgie

Damon Hill e Susan Georgie

Damon Hill é um piloto de Fórmula 1 aposentado. Seu patrimônio líquido é de cerca de US $ 30 milhões. Ele se aposentou após ter vencido 22 corridas, das 106 em que participou. Seu pai é o falecido Graham Hill. Damon chegou à Fórmula 1 já com 32 anos. Foi piloto de moto e motorista de van para conseguir financiar as suas corridas. Foi a Williams quem o deu a primeira oportunidade como piloto de teste. Substituiu Nigel Mansell em 93. Ao ganhar o título da Williams, o seu salário foi para 6 milhões de libras. No entanto, ao se mudar para Arrows, aceitou que o seu salário sofresse um corte. Um tempo depois, se mudou para a Jordânia em um contrato de £ 5m. Depois de um acidente no Grande Prêmio do Canadá, em 99, Damon resolveu desistir.

No fim dos anos 90, Damon Hill apareceu num anúncio da Pizza Hut, junto de Murray Walker, comentarista veterano. Hill ainda tinha acordos com relojoeiros italianos Lucien Rochat, Harrods, Cellnet e banco americano MBNA.

Depois de se aposentar da Fórmula 1, em 1999, ainda lançou vários negócios. Até chegou a aparecer tocando violão em uma banda de música. Hoje em dia, Damon Hill faz parte da equipe de transmissão da Sky Sports F1.

Família

Damon Hill é casado com Susan Georgie. Hoje eles vivem na República da Irlanda. Juntos, eles têm 4 filhos: Joshua, Oliver, Rosie e Tabitha. O primeiro dos seus filhos, Oliver, nasceu com síndrome de Down. Por esse motivo, o casal resolveu colaborar em campanhas de caridade para pessoas com esse mesmo problema.

Damon conta que os médicos avisaram o casal do problema de seu filho de uma maneira muito traumática. Em um hospital de Londres, os médicos avisaram para Damon Hill e sua esposa Susan Georgie que seu filho havia nascido com problemas. E que eles tinham duas opções: aceitar que a vida seria muito difícil por terem de criar uma criança que aprenderia, no máximo, a varrer o chã, ou poderiam dá-la para adoção.

Hoje em dia, o casal faz parte da diretoria da Down’s Syndrome Association, uma organização que centraliza as muitas associações britânicas voltadas para as questões que se relacionam à trissomia 21.

Susan Georgie conta que se sentiu muito deprimida nas primeiras 48 horas após o seu parto. Eles não tiveram o apoio necessário da equipe médica daquele hospital. Depois dos primeiros dois dias, porém, ela disse que sua visão mudou completamente. Ela fala que mãe-natureza “baixou” nela. E então entendeu que Oliver era o seu filho, e o que importava mesmo era ser um bebê saudável.

Depois que Oliver nasceu, Hill e Georgie decidiram ter outro filho para que o primogênito tivesse alguém em idade próxima para incentivá-lo. Porém, o que aconteceu foi exatamente o contrário. Oliver é hoje um adolescente bem menos complicado que os outros três filhos do casal. E que Oliver tem um desenvolvimento bem próximo ao desenvolvimento de Joshua, o segundo filho.

Eles ainda contam que, depois que tiveram o segundo filho, sentiram-se mais tranquilos em ter mais filhos. Que resolveram relaxar e aguardar para verem o que Deus havia reservado para eles.

Segundo Damon Hill, a principal dificuldade é que as pessoas não sabem lidar com os portadores de síndrome de Down. E esse seria um dos principais problemas para a integração dos portadores dessa síndrome. Seu filho é tratado da mesma forma que os demais filhos, tem suas obrigações, passa por pressão, vai à escola, tem suas tarefas para fazer e, assim como os demais adolescentes, tem resistências também. Mas é uma criança feliz. Quando ele nasceu, a família conta que precisou litar muito para que ele pudesse frequentar uma escola regular. E isso mudou bastante nos dias e hoje. Eles estão ganhando mais espaço na sociedade e até a mídia tem dado mais espaço para as questões relativas à trissomia 21.


Gostou? Curta e Compartilhe!

Categoria(s) do artigo:
Pilotos

Artigos Relacionados


Artigos populares

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *